Nesta página, você poderá conferir as principais orientações da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC) para os pacientes com arritmias cardíacas, portadores de marcapasso, doenças elétricas do coração ou fibrilação atrial em relação ao Coronavírus.

Mas salientamos a importância de procurar o seu cardiologista ou arritmologista caso tenha dúvidas do tipo de arritmia cardíaca ou das condições associadas. Aqui no site você pode encontrar um especialista membro titular da SOBRAC.

Pacientes com arritmias cardíacas possuem maior risco de infecção grave pelo novo Coronavirus?
A infecção pelo novo Coronavirus (2019-nCoV) será de evolução benigna para a maioria das pessoas, não passando de um resfriado comum, entretanto alguns indivíduos, que incluem os chamados grupos vulneráveis podem apresentar uma evolução pior, com insuficiência respiratória grave, necessidade de internação em UTI e até a morte. São consideradas grupos de maior risco os idosos acima de 65 anos e principalmente os acima de 85 anos, pacientes com diabetes mellitus, hipertensos, pacientes com insuficiência renal ou respiratória crônica, imunodeprimidos, pacientes com câncer e pacientes com doenças cardíacas graves. Leia Mais

Orientação à população: alterações cardíacas secundárias ao uso de cloroquina
A Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC) informa que a cloroquina é um importante medicamento antimalárico utilizado especialmente para o tratamento de doenças reumatológicas e tem sido divulgada como tratamento promissor do COVID-19. Embora bastante seguro em doses habituais, há risco de efeitos colaterais graves relacionados à retina, alterações neurológicas e arritmias cardíacas potencialmente graves.. Leia Mais

Tenho arritmia cardíaca. Sou do grupo de risco para o COVID-19?

Em meio à pandemia do COVID-19, convivemos com a frequente dúvida entre pacientes com arritmia cardíaca: “Sou do grupo de risco?”. Em primeiro lugar, é importante explicar a origem dessas informações. Nesse breve período de 3 meses desde o início da pandemia, os dados epidemiológicos foram coletados para traçar um perfil de pacientes sob risco de desenvolver a forma grave da doença. Entre as doenças em destaque está a fibrilação atrial (FA). Leia Mais

Recomendações para organização dos serviços de eletrofisiologia cardíaca durante a Pandemia da COVID-19

A SOBRAC – Sociedade de Arritmias Cardíacas ao lado das Sociedade Latino-Americana do Ritmo Cardíaco (LAHRS), Colégio Colombiano de Eletrofisiologia, Sociedad Argentina de Electrofisiología Cardíaca (SADEC) e Sociedad Mexicana de Electrofisiología Cardíaca (SOMEEC), acaba de editar um guia com recomendações para reorganizar os serviços ambulatoriais e hospitalares de eletrofisiologia cardíaca durante a pandemia da COVID-19.
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SOBRAC divulga recomendações de como reduzir o risco das arritmias cardíacas graves associado a medicamentos no tratamento da COVID-19

A SOBRAC – Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas ao lado da Sociedade Latino Americana do Ritmo Cardíaco (LAHRS), Colégio Colombiano de Eletrofisiologia, Sociedad Argentina de Electrofisiología Cardíaca (SADEC) e Sociedad Mexicana de Electrofisiología Cardíaca (SOMEEC) divulga recomendações para a medida do intervalo do QT durante o uso de medicamentos para o tratamento da infecção por COVID-19. Leia Mais 

SOBRAC alerta para as arritmias cardíacas e risco de morte súbita relacionados ao uso de Cloroquina

A Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC) fez um alerta sobre o uso da Cloroquina e da Azitromicina para o tratamento de pacientes com infecção pelo COVID-19. Segundo o documento que pode ser conferido na íntegra no link abaixo, a utilização dos medicamentos tem sido baseada em publicação de pequenas séries que apontam resultados promissores desta combinação, entretanto, faltam evidências científicas robustas (estudo prospectivo, randomizado, duplo-cego, placebo controlado) que comprovem a relação risco x benefício desta estratégia. Leia Mais 

Recomendações e cuidados para realização de ECG devido a pandemia da COVID-19

As rotinas de prevenção de contaminação e disseminação da infecção por Covid-19 devem ser aplicadas a todos os procedimentos diagnósticos, conforme protocolos de risco (veja abaixo). Ademais, recomenda-se higienização de todos os componentes que entrem em contato direto com os pacientes em geral, após o uso, preferencialmente com quaternário de amônio (mesmo que não sejam pacientes suspeitos de infecção pelo Covid-19), no contexto da pandemia. Leia Mais

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